Resumo do livro – O poder secreto do jejum e da oração

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][vc_column_text]O poder secreto do jejum e da oração de Mahesh Chavda Lido em dezembro de 2022 Quem foi o autor: Mahesh Chavda é o fundador e pastor sênior da All Nations Church em Charlotte, Carolina do Norte. Um evangelista internacional, Mahesh e sua esposa, Bonnie, levaram mais de 700.000 pessoas a Cristo em todo o mundo. Para quem é o livro: publicado nos anos 2.000, para cristãos que desejam desfrutar do poder do Espírito Santo e da intimidade com Jesus Ideia do livro: O jejum era uma prática cristã normal, mas durante a maioria da minha experiência cristã, tem estado ‘fora de moda’. Muitos procuram soluções rápidas e fáceis para seus problemas; por espiritualidade instantânea sem que haja disciplina ou sacrifício. Temos alimentos instantâneos, aprovação de crédito instantânea. Há poucas coisas que nos fazem esperar hoje em dia. E além de qualquer outra coisa que o jejum venha a ser, é também uma forma de espera – e uma espera inconfortável. Então, o jejum vai contra as tendências dos tempos. A oração não tem sido melhor do que o jejum. Embora reconheçamos a importância da oração, temos dificuldade em orar constantemente. A confissão número um que eu tenho ouvido de cristãos que vão à igreja ao longo dos meus 30 anos de ministério, é que as pessoas não conseguem orar regularmente. É mais fácil fazer qualquer outra coisa do que orar. Compartilhamento do autor: Trabalhou em um hospital para crianças com deficiência no Texas, era um ambiente difícil porque as crianças haviam sido abandonadas pelas famílias, elas eram muito vulneráveis e o cheiro das necessidades delas era muito, porque elas não podiam se controlar. Muitas destas crianças eram nascidas de mães viciadas em heroína e outras caíram ali após terem sido brutalmente espancadas e feridas por seus pais, em momentos de raiva ou quando em estado de delírio alcoólico. Geralmente, sentado em uma cadeira de balanço, eu costumava toma-las em meus braços e as embalava, enquanto orava em línguas (minha linguagem de oração em Espírito). Eu tinha certeza de que Jesus as amava e que certamente Ele colocara este sentimento dentro de mim. Era como se Jesus tivesse tirado um pedaço de Seu coração e colocado dentro do meu. Como eu amava aqueles pequeninos! De repente, comecei a perceber que aquelas crianças que supostamente nunca andariam, estavam andando. Uma menina, cujo prontuário médico dizia que ela tinha nascido cega, começou a enxergar e a reagir! Todas as vezes que entrava em seu quarto, embora procurasse não fazer nenhum barulho, ela sempre se virava e olhava para mim estendendo suas mãozinhas. Oh! Que realidade tremenda! O Senhor começara a curar aquelas crianças. Como ele se converteu Eu fui criado em uma devota família hindu e o meu destino já estava traçado de acordo com a reputação das tradições indianas: Por ser filho de um hindu, descendente de alta casta militar, fui versado nos escritos sagrados do hinduísmo e treinado para ser um líder. Meus pais eram indianos, mas na verdade nasci e fui criado no Kênia e, embora tenha perdido meu pai com apenas cinco anos de idade, eu ainda era membro de uma privilegiada classe de guerreiros de casta elevada no mundo hindu. Em um dia quente em 1962, quando a esposa de um missionário batista veio trabalhar com algumas crianças nos arredores de nossa casa. Por razões que somente Deus conhece, essa gentil senhora texana foi guiada a bater na porta de uma devota família hindu para pedir um copo de água. Coincidentemente, eu estava lá. Atendi a porta e, depois de servir-lhe o copo com água, ela me deu em troca uma Bíblia. Comecei a ler a Bíblia porque, claro, estava buscando a verdade. Este livro trouxe-me o conhecimento da figura mais estranha que eu já li. O seu nome era Jesus Cristo. Como alguém que sempre procurou a verdade, fui cativado pelas incríveis palavras deste Homem: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Eu disse para mim mesmo: “É isso mesmo, está certo.” e acabei lendo todo o livro de João. Estive sempre em busca da verdade e, de repente, entendi que Jesus Cristo era, e é, a Verdade. Todavia, apesar daquela maravilhosa revelação, eu não O recebi como meu Senhor e Salvador imediatamente. Se ousasse confessar a Cristo, sabia que seria rejeitado por toda a minha família, incluindo a minha mãe, minhas irmãs e irmãos. Sem dúvida, perderia também toda posição e regalias que possuía no mundo hindu. Mas ele teve um sonho e ao ler a passagem do jovem rico em Mateus que nega Jesus, eu disse “sim ao Senhor Jesus”. Em 1972, jejuava três vezes por semana e depois períodos de 7 e 14 dias consecutivos. Durante o ano de 1973, fui conduzido a jejuar vários períodos de 7 e 14 dias consecutivos sempre dependendo das instruções do Senhor (recomendo consultar um médico antes de entrar em um propósito de jejum, especialmente em caso de gravidez ou estando sob tratamento médico). Fiz diversos jejuns de 40 dias. Meu querido irmão, quando você estiver em guerra espiritual através de oração, louvor, adoração e jejum, posso garantir que o inimigo insurgirá com dificuldades e obstáculos espirituais no seu caminho. Não podemos comunicar nenhuma verdade espiritual, a menos que esta seja uma realidade concreta em nossas vidas. Deus talvez, nunca te pedirá para estar jejuando durante 40 dias (se Ele o fizer, você será capaz de fazê-lo por meio de Sua graça), no entanto um fato é incontestável: como membros da Igreja de Cristo, Deus espera que cada um de nós observe a necessidade da prática do jejum em nosso viver diário. A Palavra nos diz que Jesus estava com fome, mas não nos relata nada se estava com sede. Em outras palavras, Jesus jejuou por 40 dias bebendo somente água. É de
Resumo do livro – Diário de Anne Frank

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][vc_column_text] O diário de Anne Frank (trechos + marcantes na ordem do livro) Lido em setembro de 2022 Anne Frank nasceu em 12 de junho de 1929. Ela morreu aprisionada no campo de concentração Bergen – Belsen, três meses antes de completar 16 anos. Otto H. Frank foi o único membro da família que sobreviveu ao Holocausto. Ele morreu em 1980. Prefácio Anne Frank escreveu um diário entre 12 de junho de 1942 e 1º de agosto de 1944. A princípio, guardava-o para si mesma. Até que, certo dia de 1944, Geri Boletei, membro do governo holandês no exílio, declarou em transmissão radiofônica que, depois da guerra, esperava recolher testemunhos oculares do sofrimento do povo holandês sob ocupação alemã e que estes pudessem ser postos à disposição do público. Referiu-se especificamente a cartas e diários. Impressionada com aquele discurso, Anne Frank decidiu que publicaria um livro a partir de seu diário, quando a guerra terminasse. A última anotação no diário de Anne data de 1º de agosto de 1944. Três dias depois, em 4 de agosto, as oito pessoas que se escondiam no Anexo Secreto foram presas. Miep Gies e Bep Voskuijl , as duas secretárias que trabalhavam no prédio, encontraram as folhas do diário de Anne espalhadas pelo chão . Miep Gies guardou-as numa gaveta . Depois da guerra , quando não havia mais dúvidas de que Anne estava morta, ela deu o diário, sem lê-lo, ao pai da menina, Otto Frank. Quando morreu , em 1980 , Otto Frank deixou os manuscritos da filha para o Instituto Estatal Holandês para Documentação de Guerra, em Amsterdã. Como se questionava a autenticidade do diário desde a sua primeira publicação , o Instituto para Documentação de Guerra mandou fazer uma profunda investigação. Assim que foi considerado autêntico , sem qualquer sombra de dúvida, publicou-se o diário na íntegra, juntamente com os resultados de um estudo exaustivo. Diário Ter um diário é uma experiência realmente estranha para uma pessoa como eu. Não somente porque nunca escrevi nada antes , mas também porque acho que mais tarde ninguém se interessará , nem mesmo eu , pelos pensamentos de uma garota de 13 anos. Bom, não faz mal. Tenho vontade de escrever e uma necessidade ainda maior de desabafar tudo o que está preso em meu peito . “ O papel tem mais paciência do que as pessoas . ” Depois de maio de 1940 , os bons momentos foram poucos e muito espaçados : primeiro veio a guerra , depois , a capitulação , em seguida , a chegada dos alemães , e foi então que começaram os sofrimentos dos judeus . Nossa liberdade foi gravemente restringida com uma série de decretos antissemitas : os judeus deveriam usar uma estrela amarela ; os judeus eram proibidos de andar nos bondes ; os judeus eram proibidos de andar de carro , mesmo em seus próprios carros ; A festa de fim de ano letivo , na sexta – feira , no Teatro Israelita , aconteceu conforme o previsto . Meu boletim não estava ruim . Recebi um D , um C – em álgebra , e todo o restante foi B , a não ser dois B + e dois B – . Meus pais ficaram satisfeitos, mas eles não são como os outros pais com relação às notas . Eles nunca se preocupam com boletins , bons ou ruins . Desde que eu esteja saudável , feliz e não discuta demais , eles ficam satisfeitos . Se essas coisas estiverem bem , todo o resto se resolve . Há alguns dias , enquanto dávamos um passeio pela praça perto de casa , papai começou a falar sobre se esconder . Falou que para nós seria difícil viver sem nos relacionarmos com o resto do mundo . – Papai recebeu uma notificação da SS – sussurrou ela . – Mamãe foi ver o Sr . van Daan . ( O Sr . van Daan é amigo e sócio no trabalho . ) Fiquei pasma . Uma notificação : todo mundo sabe o que isso significa . Visões de campos de concentração e celas solitárias passaram por minha mente . Como poderíamos deixar papai ir para um destino assim ? Enquanto ela e eu estávamos sentadas no quarto , Margot falou que a notificação não era para papai , e , sim , para ela . Com esse segundo choque , comecei a chorar . Margot tem 16 anos – parece que eles querem mandar as garotas da idade dela para longe , sozinhas . Mas graças a Deus ela não vai ; mamãe mesma tinha dito , e devia ser isso que papai quis dizer quando falou em irmos nos esconder . Esconder . . . onde nos esconderíamos ? Na cidade ? No campo ? Numa casa ? Numa cabana ? Quando , onde , como . . . ? Eram perguntas que eu não podia fazer , mas que ficaram girando em meu pensamento . Só quando estávamos andando na rua papai e mamãe revelaram , aos poucos , qual era o plano . Ao longo de meses , nós vínhamos tirando o máximo possível de móveis e aparelhos domésticos do apartamento . Havíamos concordado que iríamos para o esconderijo no dia 16 de julho . Por causa da convocação de Margot , o plano tivera de ser antecipado em dez dias , e isso significava que teríamos de nos adaptar a aposentos menos organizados. O Anexo é um lugar ideal para se esconder. Pode ser úmido e torto, mas provavelmente não há esconderijo mais confortável em Amsterdã. Nem em toda a Holanda . Não importa o que façamos, temos muito medo de que os vizinhos possam nos ver ou ouvir. Desde o primeiro dia, começamos imediatamente a
Resumo do livro O sofrimento nunca é em vão

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][vc_column_text]O sofrimento nunca é em vão de Elisabeth Elliot Lido em julho de 2022 Capítulo 1 • A Terrível Verdade O sofrimento é um mistério que nenhuma de nós tem, de fato, a capacidade de perscrutar. Algumas situações difíceis têm ocorrido na minha vida, é claro, assim como na sua; e eu não posso lhe dizer: “Sei exatamente aquilo pelo qual você está passando”. Mas posso afirmar: conheço aquele que sabe . E cheguei à conclusão de que foi por meio do sofrimento mais intenso que Deus me ensinou as lições mais profundas. Estou convencida de que há um bom número de coisas nesta vida sobre as quais nada podemos fazer, mas com as quais Deus deseja que façamos algo. “Sofrimento é ter o que você não deseja, ou desejar o que você não tem”. Você consegue imaginar um mundo, por exemplo, no qual ninguém tem nada indesejável — sem dor de dente, sem impostos, sem parentes complicados, sem engarrafamentos? Ou, em contraste, você consegue imaginar um mundo no qual todos têm tudo o que desejam — clima perfeito, esposa perfeita, marido perfeito, saúde perfeita, notas perfeitas, felicidade perfeita? Malcolm Muggeridge disse: “Se, por acaso, você eliminasse o sofrimento, o mundo seria um lugar terrível, pois tudo aquilo que corrige a tendência humana de se sentir importante demais, de se gabar em excesso, desapareceria. O homem já é mau o bastante agora, mas seria absolutamente intolerável se nunca sofresse”. As maiores dádivas da minha vida também acarretaram os maiores sofrimentos. As maiores dádivas da minha vida, por exemplo, têm sido o casamento e a maternidade. Não podemos jamais esquecer que, se quisermos evitar o sofrimento, devemos ter o cuidado de nunca amar nada nem ninguém. As dádivas de amor têm sido dádivas de sofrimento. Essas duas coisas são inseparáveis. Do lado de cá do paraíso, não há satisfação intelectual para a velha pergunta: por quê? Porém, embora eu não tenha encontrado satisfação intelectual, encontrei paz. A resposta que lhe dou não é uma explicação, mas uma pessoa, Jesus Cristo, meu Senhor e meu Deus. Como compartilhei no início deste capítulo, ao perceber que meu marido estava desaparecido (e ao ficar mais cinco dias sem saber que ele estava morto), as palavras que Deus me trouxe naquele momento foram de Isaías 43: “Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti. Porque eu sou o Senhor, teu Deus” (Is 43.2 – 3a). Janet Erskine Stuart disse: “Alegria não é ausência de sofrimento, mas a presença de Deus”. De onde vem essa ideia de um Deus amoroso? Não é uma dedução. Não é o homem desesperado em busca de um deus, a ponto de fabricá-lo em sua mente. É o Verbo, aquele que era antes da fundação do mundo, sofrendo como um cordeiro imolado. E ele guarda na manga cartas das quais eu e você não fazemos a menor ideia agora. Ele nos disse o suficiente para sabermos que o sofrimento nunca é em vão. O sofrimento foi um meio insubstituível pelo qual aprendi uma verdade indispensável. Capítulo 2 • A Mensagem Vejo o sofrimento como uma das maneiras pelas quais Deus atrai nossa atenção. O livro mais antigo da Bíblia é o livro de Jó. De todos os livros da Bíblia, é esse que lida de modo mais específico e direto com o tema do sofrimento. Você deve se lembrar de que Jó foi tido como um homem irrepreensível, um homem justo. O próprio Deus disse que Jó era irrepreensível. Isso é importante porque, segundo a moral popular daqueles dias, pensava – se que um homem bom deveria ser abençoado e um homem mau, castigado . . . Então, a experiência de Jó parecia virar aquela ideia totalmente de cabeça para baixo. Jó perdeu tudo. Seus dez filhos foram mortos numa tempestade de vento. Seu vasto número de animais morreu. Sua casa foi essencialmente destruída. Esse homem, antes estimado, rico em todos os sentidos, ficou sem nada do que poderia significar riqueza e bênção. Contudo, a destruição não cessou aí. Seu corpo físico também sofreu com chagas terríveis e ficou desfigurado de tal maneira que Jó se tornou irreconhecível a alguns de seus amigos mais próximos. Tudo isso se passou sem que Jó soubesse o porquê. E essa é a lição que cada uma de nós recebe em algum ponto de nossa vida. Estou certa de que cada uma de nós, mais cedo ou mais tarde, tem de encarar esta dolorosa pergunta: Por quê? E Deus está dizendo: “Confie em mim”. Se não há respostas às suas orações como você acha que elas deveriam ser, o que acontece com sua fé? O mundo diz: “Deus não ama você”. As Escrituras me dizem algo bem diferente. Aqueles “bem-aventurados” nas Bem – aventuranças. Se aprendermos a conhecer Deus em meio à nossa dor, passaremos a conhecê-lo como aquele que não é um Sumo Sacerdote incapaz de se compadecer diante do sentimento de nossas fraquezas. Ele é alguém que caminhou cada centímetro da estrada. Ele vem a você e a mim em nossa tristeza. E ele diz: “Confia em mim. Anda na minha presença”. Capítulo 3 • Aceitação Creio que a aceitação é a chave para a paz nesse assunto do sofrimento. A cruz é a melhor coisa que já aconteceu na história humana, e é também a pior. Aqui, no seu amor, a Escritura nos diz. Não que tenhamos amado a Deus aqui no seu amor, não que nós tenhamos amado a Deus, mas ele nos amou e a si mesmo se entregou, Cristo entregou a sua vida por nós. Quando falamos do amor da forma como a Bíblia fala do amor, não estamos tratando de um sentimento tolo. Não estamos falando
Resumo do livro Liturgia do Ordinário

Liturgia do Ordinário resgata a noção de que não há nenhum problema na repetição, mas a necessidade inovista por autenticidade e novidade pode ser fruto de uma cultura superficial e pouco ancorada em uma visão da eternidade.
Livro Desejos e Direitos da Pessoa com Deficiência

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][vc_column_text]https://www.youtube.com/watch?v=JIasOqvf5Ug&list=PLK32ge1m5rDBFAF9ZQcYxZQgoQFxOtmKW&ab_channel=PRATICAM3NT3 [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][nectar_btn size=”large” open_new_tab=”true” button_style=”regular” button_color_2=”Accent-Color” icon_family=”none” text=”Compre o seu livro agora” url=”https://www.amazon.com.br/DESEJOS-DIREITOS-PESSOA-COM-DEFICI%C3%8ANCIA-ebook/dp/B09ZWG1TW4/ref=sr_1_2?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&crid=1PNI8W1MUGGTA&keywords=desejos+e+direitos&qid=1653767121&sprefix=desejos+e+direit%2Caps%2C406&sr=8-2″][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][vc_column_text]Um sonho realizado ???? e que alegria de ter sido em parceria com a @advocaciawernik ???? Nós escrevemos o livro Desejos e Direitos da Pessoa com Deficiência para todos que desejam entender essa realidade, mesmo que você não a viva. Esperamos que através dessa leitura você tenha uma nova perspectiva a respeito da pessoas com deficiência, permitindo as que deixem mostrar suas competências e que possamos dar voz aos seus desejos e anseios. O livro físico você pode fazer o pedido comigo e o ebook está disponível na Amazon.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
Resumo do livro Capacitismo em desconstrução

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][vc_column_text] Capacitista em desconstrução: Um guia para transformar seus preconceitos em oportunidades de inclusão Por Alex Duarte O Capacitismo nasce através do nosso julgamento pela capacidade das pessoas com deficiência, e assim como todo preconceito consciente e identificado, desconforta e incomoda, como uma pedra no sapato. Essa obra é para todos que desejam se tornar capacitistas em desconstrução, reconhecendo que as atitudes conscientes e as que não são, dificultam a vida das pessoas com deficiência e nos impedem de aprendermos a celebrar as diferenças. O que eu quero compartilhar com você são os resultados das minhas falhas, propondo uma desconstrução de tudo aquilo que aprendi sobre deficiência e a maneira como essa mudança pode influenciar a sociedade, a ciência o mundo corporativo e a educação. Todos os preconceitos fazem parte de uma estrutura, certo? Há uma grande dificuldade em lidar com as diferenças, dando origem ao preconceito e a todas as formas de discriminação. Quem dita ou reforça os padrões culturais e estabelece as normas são os grupos e as instituições com capacidade de influenciar a sociedade, ou seja, a escola, a família, os amigos, os meios de comunicação . . . as pessoas. O Capacitismo é consequência de pessoas. Portanto, se o produzimos, somos capazes de combatê-lo. Talvez não saiba, mas ao longo dos séculos o homem já convivia com a deficiência. A condição recebeu dois tipos de tratamento quando se observa a História: de um lado, rejeição e eliminação; do outro, a proteção assistencialista e caridosa. Foi assim que eu aprendi a excluir pessoas com deficiência, assistindo uma sociedade que me ensinou a não os enxergar. Um quarto da população brasileira possui algum tipo de deficiência, o que representa 24 % da sociedade. No mundo, são mais de 1 bilhão de pessoas. Uma a cada sete nascem com deficiência, segundo o IBGE. Chico é um deles. Diagnosticado ainda na infância com espectro do autismo, ele contrariou uma estatística fixa na época de que pessoas com deficiência não deveriam estar em escolas regulares ou espaços comuns. Por isso, a maioria de nós não teve a chance e nem o privilégio de conviver com pessoas com síndrome de Down, de serem amigos de autistas, confidentes de pessoas com paralisia cerebral ou ter um amor com deficiência visual. Observe a linha do tempo: ~ IDADE ANTIGA: a pessoa com deficiência deve ser extinta. ~ IDADE MÉDIA: a crença religiosa de que pessoas com deficiência eram / deveriam ser castigadas por Deus. ~ RENASCIMENTO: Pessoa com deficiência era digna de piedade, pena. ~ ÍNICIO DO SÉCULO 20: Modelo médico, ou seja, busca pela normalidade. É necessário superar a deficiência ou achar uma cura. ~ MEADOS DO SÉCULO 20: Práticas eugenistas: Milhares de pessoas com deficiências eram mortas. ~ ANOS 70 A 2000: a deficiência está no contexto, ou seja, as barreiras é que precisam ser superadas (direitos humanos). A triste realidade é que a pessoa com deficiência nunca teve sua história contada de forma positiva, justamente porque lhe faltou o direito de falar, de ser e decidir. A única forma de vencer meus pensamentos preconceituosos foi através da convivência. É mais difícil pessoas sem deficiência se interessassem pela inclusão, até que compreendam os seus benefícios. Na linha contrária do desinteresse estão os familiares, profissionais da área e as pessoas com deficiência, que partilham dos mesmos interesses e diariamente travam uma luta pelos direitos e igualdade. É impossível falar sobre o nosso capacitismo sem pensar no padrão corporal ideal que aprendemos. Essa uniformização tem nome, e é chamada de corponormatividade (able – bodiedness), que considera determinados corpos como inferiores ou passíveis de reparação quando comparados aos “padrões aceitos”. Esta postura preconceituosa que hierarquiza as pessoas em função da acomodação dos seus corpos é uma categoria que define a forma como as pessoas com deficiência são tratadas como incapazes ou inaptas. Não é fácil mudar aquilo que te ensinaram desde que você nasceu, mas é completamente possível desde que exista vontade e interesse. Uma pesquisa divulgada pelo jornal inglês “The Independent” indicou que um em cada quatro britânicos evita conversar com pessoas com deficiência alegando “medo de ofender”, por “sentir-se desconfortável” ou por “não saber o que falar”. Este desconforto está diretamente ligado à nossa falta de conhecimento e experiências com a diversidade, consequência da maneira como condicionamos nosso cérebro a responder sobre aquilo que é diferente de nós. Esse é um dos resultados da falta de convivência com pessoas com deficiência. Uma vez que pessoas com mobilidade reduzida não tenham condições de frequentar lugares públicos devido à falta de acessibilidade, é lógico que ninguém vê pessoas com deficiência nesses lugares, criando a ilusão de que essas elas não existem ou que não servem para frequentar certos espaços. Lamento te dizer, mas ser capacitista significa continuar sendo essa pessoa que você sempre foi: que excluiu ou não conviveu com pessoas com deficiência; que virou as costas, que fingiu não se importar. CRENÇA 1 Você fica surpreso quando uma pessoa com deficiência tem um diploma profissional, é casada (o), tem filhos, um emprego, ou faz algo que outros fazem. Você enxerga esta pessoa com deficiência como uma inspiração para a sua vida. Qual a crença capacitista? Ele não é capaz. Essa crença é uma das mais comuns, e subestima a capacidade de uma pessoa em função de sua deficiência. A crença reduz a pessoa à condição funcional do corpo, excluindo outras características que, juntas, compõem sua identidade. CRENÇA 2 Você age com excesso de simpatia e carinho com PCDs, tomando inclusive decisões por eles. Qual a crença capacitista? Pessoas com deficiência não sabem se proteger / Eles não podem se tornar adultos e autônomos. A autonomia depende de muitos aspectos e isso vale para todos. Observamos que as pessoas têm mais comportamentos de superproteção e infantilização na relação com quem possui
Resumo do livro Saindo do ciclo de ofensa

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][vc_column_text] Autor: Luciano Feu Resumo do livro em trechos, meu objetivo é despertá-lo para lê-lo completo, deixei o link no fim Ele é um manual prático sobre o perdão, através de perguntas e respostas. O que pode gerar a possibilidade da reconciliação, como em Jesus, o que trará alívio e paz para os nossos relacionamentos. As pessoas vivem normalmente, mesmo sendo magoadas e ofendidas por quem elas amaram e confiaram. Há 2 opções: elas negam a sua dor, como se não existisse ou se entregam à amargura e à tristeza profunda, culpando o mundo por suas dores e ferindo as pessoas. Só desfrutaremos da paz e alegria em nosso interior se formos realmente restaurados. Cap 1 – A ofensa na história Adão e Eva tinham um relacionamento perfeito com Deus, mas após o pecado, suas necessidades não foram mais supridas e eles passaram a buscar um no outro. A ofensa é uma arma poderosa de Satanás para destruir a raça humana. Por causa dela, muitas guerras aconteceram, muitas vidas se perderam e muitas guerras serão travadas. O maior problema do egoísta é que ele é tão cego que não se importa com o rastro de destruição deixado para trás. Vemos que pessoas se ofenderam por causa do seu egoísmo, assim como nós ferimos a outros por causa do nosso. Na maioria das vezes, ao invés de perder, queremos pagar o mal com mal maior ainda, e por isso a ofensa se torna um ciclo, que só pode ser quebrado pelo perdão e da reconciliação. Cp 2 – Os perigos da ofensa Mais cedo ou mais tarde, nós seremos ofendidos e teremos que lidar com as dores de uma ofensa. Ela funciona como um fogo para provar o relacionamento: ou os purifica e fortalece ou os destrói totalmente. Depende de como lidaremos. Podemos partir para o perdão e fortalecer os vínculos ou alimentar a ofensa e permitir que o inimigo destrua nossos relacionamentos. “Não se ponha o sol sobre a vossa ira”, quer dizer que ela tem um prazo curto de validade. Nossa área emocional é muitas vezes a porta de acesso do diabo em nossa vida. Quanto mais amargurada uma pessoa está, mais feridas ela causa em quem está perto dela. Nossa maior alegria é sabe que, quando permitimos nosso Pai nos tratar, seremos verdadeiramente restaurados e nos tornaremos instrumentos dEle para restauração dos outros. Depende da nossa disposição. Capítulo 3 – A quebra da aliança Normalmente, a ofensa é seguida por uma quebra de aliança, um vínculo afetivo desfeito, um relacionamento acabado. Por causa do vínculo afetivo é que a ofensa se torna tão esmagadora e difícil de lidar. As ofensas mais difíceis de lidar e perdoar são as que são dentro do ambiente familiar. A grande maioria das ofensas foi causada pelo pai. Muitas pessoas que estavam sorrindo dentro da igreja carregavam feridas profundas de sua história. Quanto maior o vínculo afetivos, maiores serão as nossas expectativas , e maior será a decepção, a frustração e a ofensa. Quanto mais nos dedicamos no relacionamento, mais esperamos algo em troca. A única maneira de eliminarmos as expectativas é aprendendo a amar como Deus no ama, incondicionalmente. Jesus amou seus discípulos sem expectativas e sem cobrança. Capítulo 4 – A maneira que reagimos à ofensa determina nosso futuro Uma pessoa amargurada compromete praticamente todas as áreas da sua vida, e consequentemente, prejudica aqueles que estão ao seu redor. Ficamos tão presos com medo de sofrer, de sermos abandonados, traídos ou rejeitados que nos fechamos para toda e qualquer possibilidade de construir novos relacionamentos. Na vida, aprendemos a cuidar das nossas feridas físicas. Porém, quando se tratam de feridas emocionais, fazemos tudo errado. Em vez de lavarmos e aplicarmos o remédio certo, queremos tampá-las, escondê-las e acreditamos que o tempo as curará. O que importa é quem temos na vida, ter pessoas importantes e apreciá-las é um privilégio daqueles que não cultivam a ofensa, daqueles que sabem o valor do perdão. Valorizar o perdão é valorizar a si mesmo e se dar oportunidade de ser feliz. Cp 5 – A ofensa é uma prisão A prisão é usada como método de castigo e não traz benefício algum àqueles que estão presos. A pessoa ofendida impõe a si mesmo um cativeiro. Ela é desconfiada, não consegue receber o amor dos outros e é pessimista. Muitos relacionamentos estão afundando por causa de ofensas não resolvidas. Ainda que o ofensor procure semear algo de bom, o ofendido resistirá e não receberá. Reconhecimento da ofensa -> pedido sincero de perdão -> liberação do perdão pelo ofendido, assim, a fortaleza será destruída e não haverá mais resistência. Cp 6 – Reconhecimento: o primeiro passo para a cura O primeiro deles é reconhecer o quanto estamos feridos, o quanto estamos ofendidos. Negar não é uma opção. Encontramos enfermidades causadas por problemas emocionais não resolvidos. Para que o verdadeiro perdão seja liberado, é necessário que haja reconhecimento. Não podemos perdoar alguém que não nos causou nenhuma ofensa. Faça uma análise sincera dos seus relacionamentos, das suas emoções e descubra se está ofendido com alguém. Se descobrir que está, reconheça sem medo, enfrente sua dor e permita que Deus cure a sua alma. Cap 7 – Lançando fora o orgulho De todos os sentimentos enraizados na estrutura humana caída, o orgulho talvez seja o pior de todos. Ele está presente na maioria das pessoas, pode ser explícito, de forma arrogante e declarada ou disfarçado de modéstia e inferioridade. O orgulho é um sentimento que Deus abomina no ser humano e ele tem sido a causa de muitos problemas de relacionamento. Pessoas cheias de mágoas e amarguras, incapazes de perdoar, por acreditarem que estão certas, que foram injustiçadas e por quererem vingança. Somos exigentes demais com os outros, intolerantes e cheios de razão, mas quando estamos
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[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][vc_column_text]O objetivo do diabo é confundir as vítimas. Eles nunca têm nada para nos ensinar. Quando nos tornamos cristãos, não estamos imunes das tentações e provações. Há um grande numero de convertidos que voltam para o mundo. A igreja pode ser uma aliada do diabo quando seu foco está errado, como num culto prestarmos atenção nos sapatos dos outros, na voz desafinada no momento do louvor e principalmente nas decepções dos relacionamentos. Temos aspirações/sonhos, mas a realização é trabalhosa, e quando superamos, nos tornamos mais fortes. “O que diz, mesmo de joelhos, sobre sua vida pecaminosa, é mera conversa de papagaio”. Quando há um pensamento e coração arrogantes, achando-se melhor que os outros. Como, por exemplo, depois de uma briga, pensar que estamos sempre certos. Suspense e ansiedade são aliados do diabo para nos deixar preocupados. A jogada é fazer com quem sejamos inimigos de nossos vizinhos e amigos/benevolentes de pessoas distantes. O diabo encoraja os excessos. Ele evita que as coisas cheguem em nossa mente, desviando o foco de Deus para nós. Somos anfíbios => metade animais, metade espírito. Fazemos parte da existência eterna, mas vivemos presos no tempo, e por isso somos inconstantes, tendo altos e baixos (vales e picos). O diabo quer criar gado para nos servir de alimento, sugando nos. Deus quer servos que se converterão em filhos, premiando nos. Ele tenta nos convencer que movimentos e encontros religiosos são mais importantes que a oração, ordenança e caridade. Quando nosso mundo interior está frio e vazio é que vêm os ataques. “Eu sei que nós temos alcançado muitas almas através dos prazeres, mas não nos esqueçamos que todo prazer é invenção dEle.” O diabo coloca em nossa mente que a sequidão é um estado de espírito permanente. Espiritualidade morna é tão boa quanto nenhuma. O objetivo é fazer que sejamos de acordo com a ambiente ou pessoas, ou seja, manipuláveis e não autênticos cristãos. Mantendo os hábitos de um cristão, somos manipulados a acreditar que nada mudou, apenas nosso estado espiritual com novos amigos e diversões, afastando nos da luz para dentro do Nada. Tensões familiares causadas por más amizades ou pressões diárias. Eles tentam no encaminhar para abandonar das pessoas, comidas e livros que gostamos em favor de “melhores pessoas”, “mais adequadas comidas” e “importantes livros”, gerando vaidade e arrogância. Os hábitos ativos são fortalecidos pela repetição, e os passivos se enfraquecem pela mesma continuidade. Ele quer arrancar a humildade das pessoas. O esforço que eles fazem é manter a mente humana presa ao valor que ela mesma possui. “Nós queremos essa raça de vermes inteira perseguindo perpetuamente um pote de ouro no fim do arco-íris, nunca sendo honesta, nunca sendo generosos, nem felizes agora, mas sempre usando todos os talentos que lhes foram dados no presente como combustível depositado no altar onde cultuam o futuro”. O desejo dele é saber o que Deus planeja.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][image_with_animation animation=”Fade In” hover_animation=”none” alignment=”” border_radius=”none” box_shadow=”none” image_loading=”default” max_width=”100%” max_width_mobile=”default”][/vc_column][/vc_row]