Resumo do livro O mito do casamento perfeito

Resumo do livro O mito do casamento perfeito de Barbara Russell ChesserLido em outubro / novembro 2013 1) Só é necessário amor: Vivendo automaticamente, sem esforço resultará em tédio conjugal. Esperar apaticamente não resolve as coisas. Para evitar q o casamento esfrie, é preciso compromisso mútuo de reavivar a chama, importar se o suficiente para correr riscos de fazer mudanças positivas no casamento, construir a compreensão (aprendendo a dizer o que pensa), passando tempo livre com o outro, desfrutando aspectos sexuais e acrescentando óleo do Espírito. Casamento é como uma fogueira, que precisa manter a chama acesa sendo alimentada para toda a vida.

Resumo do livro “Neemias e a dinâmica da liderança eficaz”

Resumo do livro “Neemias e a dinâmica da liderança eficaz” de Cyril Barber Lido em Setembro de 2015 No livro de provérbios, Deus explica o lugar e a importância das relações humanas. Em Cantico dos Canticos ele nos dá um ajustamento no casamento. Em 2 Timoteo nos ensina a viver em meio a um declínio espiritual e na primeira epistola de Joao, é ensinado como podemos manter comunhão com Ele. O povo hebreu tinha força no Oriente Médio, mas o reino de Davi se dividiu em dois, no reino do Norte e Sul, porém a idolatria predominava. Então Deus castigou o seu povo permitindo o domínio dos assírios nas tribos do norte e o domínio dos babilônios nas tribos do sul. Apenas Judá sobreviveu.

Livro Resumo “Jesus, o maior psicólogo”

Nós, psicólogos, não falamos sobre o passado por termos um interesse mórbido por circunstâncias dolorosas. Tentamos entender os acontecimentos passados para poder determinar até que ponto eles ainda estão vivos no inconsciente presente. PRINCÍPIO ESPIRITUAL: As mudanças rápidas são frequentemente temporárias, mas o crescimento lento transforma profundamente. É preciso perceber a necessidade de mudar para que a terapia funcione. Para crescer tanto espiritual quanto psicologicamente temos de modificar a nossa maneira de pensar e de agir.

Resenha sobre “12 maneiras de estudar a Bíblia”

Apresentação da obra É um ótimo manual de estudo dinâmico da Bíblia, pois você encontrará de forma clara e minuciosa a explicação de cada maneira de estudá-la, e ao final de cada uma há exemplos, indicação de livros em inglês e português, e uma forma resumida de como fazê-lo.

Livro Resumo “O imensurável amor de Deus”

O imensurável amor de Deus – Floyd Mccluing Jr. Lido em: Fevereiro 2012 – Não existe nenhum nível da sociedade que está imune à dor dos relacionamentos partidos. – As pessoas por não conhecerem um pai humano bondoso e atencioso, mostram uma visão distorcida do pai celestial, muitas vezes por conta de uma experiência negativa na infância. – Outras pessoas têm dificuldade para se relacionar com Deus porque foram criadas para respeitá-lo, como se “Pai” fosse falta de reverência. – Podemos nos perguntar como é Deus, se é que existe um para as pessoas que não o conhecem, mas o que devemos saber é que Ele se parece com Jesus (Jo 14:9). – Deus tem tempo para nós, Ele se preocupa com as pequenas coisas. Sempre esteve presente, principalmente em nossos momentos de mágoas e frustrações. – As experiências passadas intensificam nossas reações, quando Deus tenta chegar até nós. – As crianças ouvem constantemente palavras sobre a importância e o valor das coisas, mas coisas simples como Eu te amo não são ditas. – A maior demonstração de amor do coração paterno de Deus revela-se na sua atenção aos detalhes da nossa vida. – A maioria das pessoas tenta esquecer os momentos mais difíceis e dolorosos, mas Deus não, pois Ele estava lá no controle da situação. Diferentemente de nosso pai humano, Deus está conosco 24h. – Deus é o nosso Pai verdadeiro. Não podemos viver de ressentimentos de nossos pais humanos. – Vivemos numa sociedade voltada para o desempenho, parece que nossos pais nos amam por algum resultado, diferentemente do nosso Pai Celestial, que nos ama incondicionalmente. – Deus deseja curar nossas feridas emocionais, Ele sofreu por mim e por você. – Os sentimentos de inferioridade não são desculpa para a desobediência. A autoridade advém do caráter, da obediência e da unção de Deus. – Não existe problema de independência ou inferioridade que não possa ser resolvido mediante uma humildade maior, e maior quebrantamento de vida. – É preciso se desatar da preocupação do que os outros pensam de nós, o que importa é agradar a Deus. O temor de Deus é o ódio do pecado Pv 8:13 – Ter o temor de Deus significa amar a Deus, de tal maneira que a pessoa odeie tudo o que Ele odeia. E isto vem de estarmos perto de Deus, pois assim saberemos o engano, a opressão e a força destruidora do pecado, e por isso nós o odiaremos. – Não temos de viver em dor emocional permanente, Jesus sofreu em nosso lugar, não temos de carregar nossas próprias férias a vida toda. Podemos receber a cura e ser libertos para viver e desfrutar a alegria do imensurável amor paterno de Deus. – Não é porque a Bíblia nos chama de pecadores que nos rejeita, pelo contrário, Ele nos mostra o nosso problema mais básico e a forma de vencê-lo. – Passos para que Deus cure nossas feridas: 1) Reconheça a necessidade: Não pense que você é uma exceção! Deus espera que você tome uma iniciativa de humildade, sinceridade e honestidade. Se o pecado for secreto, confesse-o a Deus, se for particular, peça perdão à pessoa e se for público, peça perdão ao grupo. 2) Confesse as emoções negativas: O processo de amontoar emoções não identificadas e não comunicadas produz conseqüências trágicas, como úlcera até o suicídio.Podemos crescer fisicamente, mas ficar emocionalmente imaturos. Jesus é o maior interessado em nossos sentimentos, Ele nos ama e quer nos conhecer. Desabafar com amigos de confiança também é interessante, porém estes precisam nos amar ao ponto de nos alertar ao erro. 3) Perdoe aqueles que o magoaram: O perdão é um processo, até que a dor desapareça, não um ato único. Pense no quanto Deus nos perdoou, foram várias vezes não é mesmo? Por isso, perdoe quanto necessário for! Quanto maior a ferida, maior o perdão. 4) Receba perdão: Podemos ser muito duros conosco e com os outros, e por isso é importante confessar o pecado ao Pai, que sempre nos receberá de braços abertos. Temos que nos humilhar diante dEle. 5) Receba o perdão do pai: O nosso vazio pode ser preenchido apenas por Deus. Para receber o amor dEle, precisamos passar tempo em Sua presença, que seja cantando, falando ou pensando nEle. 6)  Pense os pensamentos de Deus: Todos nós temos pensamentos negativos ao nosso respeito, mas isto deve ser quebrado. Quando ocorrer, devemos mencionar algo positivo, acompanhado com um versículo bíblico, como Fp 4: 13. A causa mais comum da depressão são os pensamentos depreciativos ou de reprovação contra nós mesmos. 7) Persevere: Não precisamos de fé para fazer o possível. Ele é o Deus dos novos começos, tem prazer em nos perdoar e dar outra oportunidade, basta nos humilharmos e fugirmos das tentações. – Ferida, que carece de cura, é diferente de pecado, que requer perdão. Enquanto você não assumir total  responsabilidade pelas próprias atitudes e ações, a cura é impedida. –  O trabalho feito para Deus não pode ser uma compulsão para provar algo a nós mesmos ou por causa de uma necessidade de ser alguém. – Onde não desfrutamos de confiança, não temos autoridade. – Todos os problemas de desunião podem ser resolvidos mediante maior humildade e perdão. – A medida que amamos, aceitamos e perdoamos uns aos outros, como irmãos em Cristo, o amor de Deus flui através de nós para que nos curemos mutuamente. É a graça de Deus, o seu amor não merecido, que faz tudo isso por nós. Não temos toda essa capacidade de nos amar, mas Deus no ensina. – Deus muitas vezes fará as coisas por intermédio das pessoas, mas Ele é a fonte, e as pessoas são os canais. – Nosso Pai Celeste não deseja simplesmente libertar-nos da dor de feridas passadas, Ele almeja também levar-nos à maturidade espiritual e emocional. Pg 62

Livro Resumo “Caçadores de Deus”

Os caçadores de Deus – Tommy Tenney LIDO EM JULHO 2012 – Desde que Deus existe, existem pessoas que O buscam. – O verdadeiro caçador de Deus não se contenta com em estudar as verdades de Deus, mas busca conhecê-lo. – Um verdadeiro caçador de Deus não se satisfaz com a verdade passada, ele anseia pela verdade presente, pois não estamos interessados apenas no q Deus fez, mas no que ele está fazendo. – O objetivo final é ESTAR COM DEUS. – Conhecer a história das pessoas não significa intimidade com elas. Você conhece ou apenas sabe a respeito de Deus? Ex: Fariseus: nossos desejos são os de Deus? – Buscar a Deus é buscar o impossível sabendo que é possível. O objetivo é alcançar seu coração. Em I Tessalonicenses 5:19 = Apagar o Espírito, ou seja, permitir o mover do Espírito Santo até certo ponto. Não busquemos a Deus pelo o que pode nos dar, busquemos Sua face. Não precisamos de sermão (palavra) ou canções, apenas do Espírito de Deus. Deus não se preocupa com o que você pode fazer para Ele, mas se você o quer. Não podemos suportar a livre presença de Deus em nossas programações porque Ele pode “arruinar” tudo. Se estamos fracos como cristãos e não temos tido tudo que Deus tem para nós, é porque não temos esperado n’Ele. Deus não derrama Seu Espírito onde não há fome d’Ele, da presença de Deus. O arrependimento nos prepara para a presença de Deus. Não se preocupe com o que os outros pensam, busque a Deus. Permitirmos que as coisas deste mundo preencham nossa vida e saciem nossa fome. Podemos estar tão envolvidos em atividades para Deus que acabamos esquecendo d’Ele. As pessoas procuram bares, clubes porque tentam sobreviver com a frustração da Igreja. A Casa do pão (Igreja) não tem fornecido pão (presença de Deus), como as pessoas irão? Como se a glória de Deus não pudesse fluir nos corredores do templo, por causa da manipulação humana. Deus está na Igreja? Podemos desfrutar da presença de Deus muito mais do que temos capacidade de imaginar. Porém, nos contentamos e nos satisfazemos com o que temos. As pessoas estão famintas de Deus, não de história de Deus. Existe mais de Deus na maior parte dos bares do que na maior parte das Igrejas. Deus não tem netos. Cada geração deve experimentar da Sua presença. O plano satânico consiste em nos manter tão cheios de lixo, para que não tenhamos fome de Deus, e isso tem funcionado. O reino dos céus é tomado por esforço. O primeiro passo do avivamento é o reconhecimento da decadência.  Este é seu melhor momento com Deus? Busque a Deus ao invés da prosperidade. Ele está esperando que O busquemos para dispensar porções infinitas de Sua presença.  

Livro Resumo “Abrindo o jogo: oração”

Livro: “Abrindo o jogo: Oração” LIDO EM JULHO 2012 A oração não apenas nos dá acessos às bênçãos de Deus, como também nos leva a conhecermos o Deus da benção. Se Ele nos conhece e sabe do que precisamos, pra que pedir? A comunhão com Deus é a necessidade da alma que está acima de todas as demais. A oração é o começo. A oração não somente traz respostas de Deus, ela traz Deus a nós. ORA QUE MELHORA. Pela oração nós temos acesso ao poder de Deus. 1 Pe 5:7 Se os humanos dão boas coisas, imaginemos Deus: Mt 7: 10 – 11 A oração nos coloca face a face com Deus e nos livra do medo. A grande tragédia da vida não é a oração não respondida, mas a oração não feita. Fp 4: 6-7 A oração não somente pode mudar a historia pessoal, mas a História humana. O verdadeiro aquecimento da Igreja é a oração. Um problema permitido por Deus em nossa vida é apenas um modo que Ele tem de obter a nossa atenção para nos voltarmos à Sua presença, caso contrário, de outro modo isso provavelmente não seria possível. Comece com pouco tempo e vai aumentando… A oração não muda Deus, muda você. C. S. Lewis O homem tem um vazio em seu coração do tamanho de Deus, que somente Ele pode preencher.

Livro Resumo As cartas do inferno

Livro As cartas do Inferno – C. S. Lewis LIDO EM FEVEREIRO 2015 O objetivo do diabo é confundir as vítimas. Eles nunca têm nada para nos ensinar. Quando nos tornamos cristãos, não estamos imunes das tentações e provações. Há um grande numero de convertidos que voltam para o mundo. A igreja pode ser uma aliada do diabo quando seu foco está errado, como num culto prestarmos atenção nos sapatos dos outros, na voz desafinada no momento do louvor e principalmente nas decepções dos relacionamentos. Temos aspirações/sonhos, mas a realização é trabalhosa, e quando superamos, nos tornamos mais fortes. “O que diz, mesmo de joelhos, sobre sua vida pecaminosa, é mera conversa de papagaio”. Quando há um pensamento e coração arrogantes, achando-se melhor que os outros. Como, por exemplo, depois de uma briga, pensar que estamos sempre certos. Suspense e ansiedade são aliados do diabo para nos deixar preocupados. A jogada é fazer com quem sejamos inimigos de nossos vizinhos e amigos/benevolentes de pessoas distantes. O diabo encoraja os excessos. Ele evita que as coisas cheguem em nossa mente, desviando o foco de Deus para nós. Somos anfíbios => metade animais, metade espírito. Fazemos parte da existência eterna, mas vivemos presos no tempo, e por isso somos inconstantes, tendo altos e baixos (vales e picos). O diabo quer criar gado para nos servir de alimento, sugando nos. Deus quer servos que se converterão em filhos, premiando nos. Ele tenta nos convencer que movimentos e encontros religiosos são mais importantes que a oração, ordenança e caridade. Quando nosso mundo interior está frio e vazio é que vêm os ataques. “Eu sei que nós temos alcançado muitas almas através dos prazeres, mas não nos esqueçamos que todo prazer é invenção dEle.” O diabo coloca em nossa mente que a sequidão é um estado de espírito permanente. Espiritualidade morna é tão boa quanto nenhuma. O objetivo é fazer que sejamos de acordo com a ambiente ou pessoas, ou seja, manipuláveis e não autênticos cristãos. Mantendo os hábitos de um cristão, somos manipulados a acreditar que nada mudou, apenas nosso estado espiritual com novos amigos e diversões, afastando nos da luz para dentro do Nada. Tensões familiares causadas por más amizades ou pressões diárias. Eles tentam no encaminhar para abandonar das pessoas, comidas e  livros que gostamos em favor de “melhores pessoas”, “mais adequadas comidas” e “importantes livros”, gerando vaidade e arrogância. Os hábitos ativos são fortalecidos pela repetição, e os passivos se enfraquecem pela mesma continuidade. Ele quer arrancar a humildade das pessoas. O esforço que eles fazem é manter a mente humana presa ao valor que ela mesma possui. “Nós queremos essa raça de vermes inteira perseguindo perpetuamente um pote de ouro no fim do arco-íris, nunca sendo honesta, nunca sendo generosos, nem felizes agora, mas sempre usando todos os talentos que lhes foram dados no presente como combustível depositado no altar onde cultuam o futuro”. O desejo dele é saber o que Deus planeja.    

Livro Resumo “Louco amor”

Trechos do livro “Louco Amor” de Francis Chan LIDO EM ABRIL / 2013 Não  há  dúvida  de  que  acreditar  em  Deus  é  bom  e politicamente correto, mas  amá-lo  de verdade é outra história bem diferente. Sim, fazer doações aos pobres na época do Natal ou ajudar as vítimas de uma tragédia é um belo gesto de generosidade, mas sacrificar o próprio conforto e bem-estar pelos outros pode parecer maluquice diante de um mundo tão seguro e tranquilo. Acho que  é  muito  fácil  jogar  a  culpa  sobre  a  igreja  sem  reconhecer  que  todos  nós  fazemos parte dela e somos, portanto, responsáveis pelo problema. Mas acredito que todo mundo sente  —  até  mesmo  quem  nunca  verbalizou  esse  sentimento  —  que  a  igreja  não  está indo bem em vários aspectos. Eu me apresentava como cristão, estava bastante envolvido na igreja e tentava  me  manter  afastado  de  tudo  o  que  os  “bons  cristãos”  evitam:  bebidas,  drogas, sexo  ilícito,  blasfêmia.  O  cristianismo  era  bem  simples:  lute  contra  seus  desejos  para agradar Deus. Toda vez que eu cometia um erro (o que acontecia com freqüência), saía por aí me sentindo culpado e distante de Deus. Minha visão de Deus era estreita e reduzida. Precisamos parar de inventar desculpas por não acreditar em Deus. Ê provável que você já  tenha  ouvido  esta  afirmação:  “Eu  creio  em  Deus;  só  não  acredito  é  nas  religiões organizadas”. Acho  que as pessoas não diriam isso se a igreja vivesse, de fato, como é chamada  a  viver. Jesus veio de um modo humilde, como servo, mas não precisa implorar que lhe entreguemos uma parte menor de nosso ser. Ele controla todas as coisas, a começar por aqueles que o seguem. Fazemos parte de uma cultura que confia mais na tecnologia que na comunidade, uma sociedade  em  que  as  palavras  faladas  e  escritas  são  gratuitas,  excessivas  e  pouco valorizadas. Nossa cultura diz que vale tudo; quase não se ouve falar a respeito do temor de Deus.  Demoramos muito para  ouvir,  falamos  precipitadamente  e  logo  nos exasperamos. Você sabia que uma lagarta possui 228 músculos separados e distintos na cabeça? Para um inseto, até que é pouco. Um olmo, árvore muito comum na Europa e  na América do Norte, tem, em média, 6 milhões de folhas. E, ao bombear sangue para circular por todo o corpo, o coração humano gera pressão suficiente para espirrar sangue a uma distância de até quase dez metros. (Nunca fiz esse teste, e também não o recomendo). Você já parou para pensar em como Deus é criativo e diversificado? Ele não era obrigado a  criar  centenas  de  tipos  diferentes de bananas,  mas  criou.  Não tinha de colocar 3 mil espécies diferentes de árvores em um espaço equivalente a uma milha quadrada da floresta  amazônica,  e  mesmo  assim  ele  o  fez.  Deus não  precisava  criar  tantos  tipos  de risadas. Pense a respeito dos diferentes sons de risadas de seus amigos — alguns deles chiam, outros roncam, riem  em  silêncio,  fazem  muito  barulho  ou  produzem  ruídos desagradáveis. Sejam quais forem as razões de Deus para tanta diversidade, criatividade e sofisticação no universo, na terra e até mesmo em nosso corpo, o objetivo de tudo isso é a glória do Senhor. A arte divina fala a respeito de Deus, refletindo quem ele é e como ele é. Há uma epidemia de amnésia espiritual rondando por aí, e nenhum de nós está imune a ela. Não importa quantos detalhes fascinantes tenhamos aprendido sobre a criação de Deus; não importa quantas fotografias vejamos das galáxias que ele criou; não importa quantos crepúsculos venhamos a contemplar — nós nos esqueceremos. A maioria de nós sabe que fomos criados para amar e temer a Deus; que devemos ler a nossa Bíblia e orar ao Senhor, pedindo para conhecê-lo melhor; que temos o dever de adorá-lo com nossa vida. Mas pôr essas coisas em prática é um grande desafio. Declarar que Deus é santo equivale a dizer o seguinte: ele está separado, é distinto de nós. Por essa razão, não podemos penetrar na profundidade de quem Deus é, de maneira alguma. Para os judeus, dizer alguma coisa três vezes era uma maneira de demonstrar perfeição. Por isso, quando Deus é chamado “Santo, Santo, Santo”, o objetivo é dizer que ele é perfeito, perfeitamente separado; nada ou ninguém pode ser comparado a ele. E isso que significa ser “santo”. Deus sabe de todas as coisas. Você não se sente intimidado diante desse pensamento? Cada um de nós, em maior ou menor grau, consegue enganar os amigos e a família no que concerne a quem realmente somos. Ele conhece nossos pensamentos antes mesmo que eles cheguem à mente, e nossas ações antes que as pratiquemos, seja o simples ato de deitar, de sentar ou de caminhar por aí. Deus sabe quem somos e quais são as nossas tendências. Por mais que queiramos reivindicar de Deus explicações a respeito de sua pessoa e de sua criação, não temos nenhuma condição de exigir que ele preste contas a nós. Você é capaz de adorar um Deus que não é obrigado a dar explicações a respeito de seus atos? Será que não é arrogância de sua parte pensar que Deus lhe deve satisfações? É preciso muito esforço para compreender o ódio total que Deus sente em relação ao pecado. Inventamos desculpas como: “Sim, sou uma pessoa meio orgulhosa de vez em quando, mas todo mundo tem alguma dificuldade para controlar o orgulho”. No entanto, Deus afirma, em Provérbios 8:13: “Odeio o orgulho e a arrogância…”. Nem eu nem você temos permissão para determinar até que ponto Deus pode ou não detestar o pecado. Ele pode odiar e castigar o pecado tão severamente quanto a justiça divina o exigir. Deus nunca justifica o pecado. E ele é sempre coerente com essa ética. Toda vez que começarmos a questionar esse conceito, tudo o que precisamos fazer é pensar na cruz, onde o Filho de Deus foi torturado, escarnecido e espancado por causa do pecado. O nosso pecado. Não há nenhuma dúvida a respeito

Resumo do livro Celebração da disciplina

Celebração da disciplina de Richard Foster A superficialidade é maldição de nosso tempo. A doutrina da satisfação instantânea é, antes de tudo, um problema espiritual. A necessidade urgente hoje não é de um maior número de pessoas inteligentes, ou dotadas, mas de pessoas profundas. As Disciplinas Espirituais são uma realidade interior e espiritual, e a atitude interior do coração é muito mais decisiva do que a mecânica para se chegar à realidade da vida espiritual. Quando perdemos a esperança de obter a transformação interior mediante as forças humanas da vontade e da determinação, abrimo-nos para uma maravilhosa e nova realização: a justiça interior é um dom de Deus que deve ser graciosamente recebido. A imperiosa necessidade de mudança dentro de nós é obra de Deus e não nossa. É preciso que haja um trabalho real interno, e só Deus pode operar a partir do interior. Não podemos alcançar ou merecer esta justiça do reino de Deus; ela é uma graça concedida ao homem. Deus nos deu as Disciplinas da vida espiritual como meios de receber sua graça. Quando as Disciplinas se degeneram em lei, elas são usadas para manipular e controlar pessoas. Tomamos ordens explícitas e as usamos para aprisionar outros. O resultado de tal deterioração das Disciplinas Espirituais é orgulho e medo. O orgulho domina porque chegamos a crer que somos o tipo certo de pessoas. O medo domina porque o poder de controlar os outros traz consigo a ansiedade de perder o controle, e a ansiedade de ser controlado por outros. Quando criamos uma lei, temos uma “exterioridade” pela qual podemos julgar quem está a altura e que não está. Quando verdadeiramente cremos que a transformação interior é obra de Deus e não nossa, podemos dar descanso a nossa paixão por endireitar a vida dos outros. Todos pensam em mudar a humanidade e ninguém pensa em mudar a si mesmo. Disciplina na meditacão Há, também, os que acham que a ideia cristã da meditação é sinônima do conceito de meditação centrada na religião Oriental. Em realidade, trata-se de mundos separados. A meditação Oriental é uma tentativa para esvaziar a mente; a meditação cristã é uma tentativa para esvaziar a mente a fim de enchê-la. As duas ideias são radicalmente diferentes. O afastamento da confusão toda que nos cerca é para que tenhamos uma união mais rica com Deus e com os seres humanos. “Esperar em Deus não é ociosidade”, disse Bernardo de Clairvaux, mas trabalho maior que qualquer outro trabalho para quem não estiver habilitado. Os seres humanos parece ter uma tendência perpétua de que alguém fale com Deus por eles. Contentamo-nos em receber a mensagem de segunda mão. No Sinai, o povo clamou a Moisés: “Fala-nos tu, e te ouviremos; porém não fale Deus conosco, para que não morramos” (Êxodo 20.19). Tal método poupa-nos a necessidade de mudar, pois estar na presença de Deus é mudar. Esta forma é muito conveniente porque ela nos dá a vantagem da respeitabilidade religiosa sem exigir transformação moral. Se estivermos constantemente entusiasmados com atividade frenética, não poderemos estar atentos nos instantes de silêncio interior. Uma mente perseguida e fragmentada por assuntos externos dificilmente está preparada para a meditação. Exercício de como fazer pg 24 a 29 – 5 tiposA meditação não é um ato simples, nem pode ser completada da forma como se completa a construção de uma cadeira. É um modo de vida. Você estará constantemente aprendendo e crescendo à medida que penetra as profundezas interiores. Disciplina da oração A oração verdadeira cria e transforma a vida. “A oração secreta, fervorosa, de fé – jaz à raiz de toda piedade pessoal”, escreve William Carey. Orar é mudar. A oração é a avenida central que Deus usa para transformar-nos. Se não estivermos dispostos a mudar, abandonaremos a oração como característica perceptível de nossas vidas. Os corredores ocasionais não entram subitamente numa maratona olímpica. Eles se preparam e treinam durante muito tempo, e o mesmo deveríamos nós fazer. Se observarmos tal progressão, podemos esperar orar com maior autoridade e êxito espiritual daqui a um ano. Às vezes temos medo de não ter fé suficiente para orar por este filho ou por aquele casamento. Nossos temores deveriam ser sepultados, pois a Bíblia nos diz que os grandes milagres são possíveis pela fé do tamanho de um pequenino grão de mostarda. De modo geral, a coragem para orar a favor de uma pessoa é sinal de fé suficiente. Com frequência o que nos falta não é fé, mas compaixão. Jesus, porém nos ensinou a dirigir-nos como crianças a um pai. Franqueza, honestidade e confiança marcam a comunicação do filho com o pai. Há certa intimidade entre pai e filho com espaço tanto para a seriedade como para a gargalhada. Meister Eckhart observou que “A alma produzirá a pessoa se Deus rir para ela e ela, em retribuição, rir para ele”.   Seu pastor e os cultos de adoração precisam ser banhados em oração. Paulo orava por seu povo; ele pedia ao povo que orasse por ele. C. H. Spurgeon atribuía seu êxito às orações de sua igreja. Frank Laubach dizia a seus auditórios: “Sou muito sensível e sei quando estais orando por mim. Se um de vós me desampara, eu o percebo. Quando orais por mim, sinto um estranho poder. Quando cada pessoa em uma congregação ora intensamente enquanto o pastor prega, acontece um milagre.” Sature os cultos de adoração com suas orações. Visualize o Senhor no alto e sublime, enchendo o santuário com a sua presença.   Nossos músculos de oração precisam ser flexionados um pouco, e uma vez iniciada a corrente sanguínea da intercessão, descobriremos que estamos dispostos a orar.   Não se trata de orar e depois trabalhar, mas oração simultânea com o trabalho. Precedemos, envolvemos e acompanhamos todo o nosso trabalho com oração. Oração e ação tornam-se inseparáveis.   Disciplina do jejum Muitos dos grandes cristãos através da história da igreja jejuaram e deram seu testemunho sobre o valor do jejum; entre eles estavam Martinho Lutero, João Calvino, John