Resumo do livro Liturgia do Ordinário
Liturgia do Ordinário resgata a noção de que não há nenhum problema na repetição, mas a necessidade inovista por autenticidade e novidade pode ser fruto de uma cultura superficial e pouco ancorada em uma visão da eternidade.
Livro Desejos e Direitos da Pessoa com Deficiência
[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][vc_column_text]https://www.youtube.com/watch?v=JIasOqvf5Ug&list=PLK32ge1m5rDBFAF9ZQcYxZQgoQFxOtmKW&ab_channel=PRATICAM3NT3 [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][nectar_btn size=”large” open_new_tab=”true” button_style=”regular” button_color_2=”Accent-Color” icon_family=”none” text=”Compre o seu livro agora” url=”https://www.amazon.com.br/DESEJOS-DIREITOS-PESSOA-COM-DEFICI%C3%8ANCIA-ebook/dp/B09ZWG1TW4/ref=sr_1_2?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&crid=1PNI8W1MUGGTA&keywords=desejos+e+direitos&qid=1653767121&sprefix=desejos+e+direit%2Caps%2C406&sr=8-2″][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][vc_column_text]Um sonho realizado 🥰 e que alegria de ter sido em parceria com a @advocaciawernik 💕 Nós escrevemos o livro Desejos e Direitos da Pessoa com Deficiência para todos que desejam entender essa realidade, mesmo que você não a viva. Esperamos que através dessa leitura você tenha uma nova perspectiva a respeito da pessoas com deficiência, permitindo as que deixem mostrar suas competências e que possamos dar voz aos seus desejos e anseios. O livro físico você pode fazer o pedido comigo e o ebook está disponível na Amazon.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
Resumo do livro Capacitismo em desconstrução
[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][vc_column_text] Capacitista em desconstrução: Um guia para transformar seus preconceitos em oportunidades de inclusão Por Alex Duarte O Capacitismo nasce através do nosso julgamento pela capacidade das pessoas com deficiência, e assim como todo preconceito consciente e identificado, desconforta e incomoda, como uma pedra no sapato. Essa obra é para todos que desejam se tornar capacitistas em desconstrução, reconhecendo que as atitudes conscientes e as que não são, dificultam a vida das pessoas com deficiência e nos impedem de aprendermos a celebrar as diferenças. O que eu quero compartilhar com você são os resultados das minhas falhas, propondo uma desconstrução de tudo aquilo que aprendi sobre deficiência e a maneira como essa mudança pode influenciar a sociedade, a ciência o mundo corporativo e a educação. Todos os preconceitos fazem parte de uma estrutura, certo? Há uma grande dificuldade em lidar com as diferenças, dando origem ao preconceito e a todas as formas de discriminação. Quem dita ou reforça os padrões culturais e estabelece as normas são os grupos e as instituições com capacidade de influenciar a sociedade, ou seja, a escola, a família, os amigos, os meios de comunicação . . . as pessoas. O Capacitismo é consequência de pessoas. Portanto, se o produzimos, somos capazes de combatê-lo. Talvez não saiba, mas ao longo dos séculos o homem já convivia com a deficiência. A condição recebeu dois tipos de tratamento quando se observa a História: de um lado, rejeição e eliminação; do outro, a proteção assistencialista e caridosa. Foi assim que eu aprendi a excluir pessoas com deficiência, assistindo uma sociedade que me ensinou a não os enxergar. Um quarto da população brasileira possui algum tipo de deficiência, o que representa 24 % da sociedade. No mundo, são mais de 1 bilhão de pessoas. Uma a cada sete nascem com deficiência, segundo o IBGE. Chico é um deles. Diagnosticado ainda na infância com espectro do autismo, ele contrariou uma estatística fixa na época de que pessoas com deficiência não deveriam estar em escolas regulares ou espaços comuns. Por isso, a maioria de nós não teve a chance e nem o privilégio de conviver com pessoas com síndrome de Down, de serem amigos de autistas, confidentes de pessoas com paralisia cerebral ou ter um amor com deficiência visual. Observe a linha do tempo: ~ IDADE ANTIGA: a pessoa com deficiência deve ser extinta. ~ IDADE MÉDIA: a crença religiosa de que pessoas com deficiência eram / deveriam ser castigadas por Deus. ~ RENASCIMENTO: Pessoa com deficiência era digna de piedade, pena. ~ ÍNICIO DO SÉCULO 20: Modelo médico, ou seja, busca pela normalidade. É necessário superar a deficiência ou achar uma cura. ~ MEADOS DO SÉCULO 20: Práticas eugenistas: Milhares de pessoas com deficiências eram mortas. ~ ANOS 70 A 2000: a deficiência está no contexto, ou seja, as barreiras é que precisam ser superadas (direitos humanos). A triste realidade é que a pessoa com deficiência nunca teve sua história contada de forma positiva, justamente porque lhe faltou o direito de falar, de ser e decidir. A única forma de vencer meus pensamentos preconceituosos foi através da convivência. É mais difícil pessoas sem deficiência se interessassem pela inclusão, até que compreendam os seus benefícios. Na linha contrária do desinteresse estão os familiares, profissionais da área e as pessoas com deficiência, que partilham dos mesmos interesses e diariamente travam uma luta pelos direitos e igualdade. É impossível falar sobre o nosso capacitismo sem pensar no padrão corporal ideal que aprendemos. Essa uniformização tem nome, e é chamada de corponormatividade (able – bodiedness), que considera determinados corpos como inferiores ou passíveis de reparação quando comparados aos “padrões aceitos”. Esta postura preconceituosa que hierarquiza as pessoas em função da acomodação dos seus corpos é uma categoria que define a forma como as pessoas com deficiência são tratadas como incapazes ou inaptas. Não é fácil mudar aquilo que te ensinaram desde que você nasceu, mas é completamente possível desde que exista vontade e interesse. Uma pesquisa divulgada pelo jornal inglês “The Independent” indicou que um em cada quatro britânicos evita conversar com pessoas com deficiência alegando “medo de ofender”, por “sentir-se desconfortável” ou por “não saber o que falar”. Este desconforto está diretamente ligado à nossa falta de conhecimento e experiências com a diversidade, consequência da maneira como condicionamos nosso cérebro a responder sobre aquilo que é diferente de nós. Esse é um dos resultados da falta de convivência com pessoas com deficiência. Uma vez que pessoas com mobilidade reduzida não tenham condições de frequentar lugares públicos devido à falta de acessibilidade, é lógico que ninguém vê pessoas com deficiência nesses lugares, criando a ilusão de que essas elas não existem ou que não servem para frequentar certos espaços. Lamento te dizer, mas ser capacitista significa continuar sendo essa pessoa que você sempre foi: que excluiu ou não conviveu com pessoas com deficiência; que virou as costas, que fingiu não se importar. CRENÇA 1 Você fica surpreso quando uma pessoa com deficiência tem um diploma profissional, é casada (o), tem filhos, um emprego, ou faz algo que outros fazem. Você enxerga esta pessoa com deficiência como uma inspiração para a sua vida. Qual a crença capacitista? Ele não é capaz. Essa crença é uma das mais comuns, e subestima a capacidade de uma pessoa em função de sua deficiência. A crença reduz a pessoa à condição funcional do corpo, excluindo outras características que, juntas, compõem sua identidade. CRENÇA 2 Você age com excesso de simpatia e carinho com PCDs, tomando inclusive decisões por eles. Qual a crença capacitista? Pessoas com deficiência não sabem se proteger / Eles não podem se tornar adultos e autônomos. A autonomia depende de muitos aspectos e isso vale para todos. Observamos que as pessoas têm mais comportamentos de superproteção e infantilização na relação com quem possui
Resumo do livro Saindo do ciclo de ofensa
[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][vc_column_text] Autor: Luciano Feu Resumo do livro em trechos, meu objetivo é despertá-lo para lê-lo completo, deixei o link no fim Ele é um manual prático sobre o perdão, através de perguntas e respostas. O que pode gerar a possibilidade da reconciliação, como em Jesus, o que trará alívio e paz para os nossos relacionamentos. As pessoas vivem normalmente, mesmo sendo magoadas e ofendidas por quem elas amaram e confiaram. Há 2 opções: elas negam a sua dor, como se não existisse ou se entregam à amargura e à tristeza profunda, culpando o mundo por suas dores e ferindo as pessoas. Só desfrutaremos da paz e alegria em nosso interior se formos realmente restaurados. Cap 1 – A ofensa na história Adão e Eva tinham um relacionamento perfeito com Deus, mas após o pecado, suas necessidades não foram mais supridas e eles passaram a buscar um no outro. A ofensa é uma arma poderosa de Satanás para destruir a raça humana. Por causa dela, muitas guerras aconteceram, muitas vidas se perderam e muitas guerras serão travadas. O maior problema do egoísta é que ele é tão cego que não se importa com o rastro de destruição deixado para trás. Vemos que pessoas se ofenderam por causa do seu egoísmo, assim como nós ferimos a outros por causa do nosso. Na maioria das vezes, ao invés de perder, queremos pagar o mal com mal maior ainda, e por isso a ofensa se torna um ciclo, que só pode ser quebrado pelo perdão e da reconciliação. Cp 2 – Os perigos da ofensa Mais cedo ou mais tarde, nós seremos ofendidos e teremos que lidar com as dores de uma ofensa. Ela funciona como um fogo para provar o relacionamento: ou os purifica e fortalece ou os destrói totalmente. Depende de como lidaremos. Podemos partir para o perdão e fortalecer os vínculos ou alimentar a ofensa e permitir que o inimigo destrua nossos relacionamentos. “Não se ponha o sol sobre a vossa ira”, quer dizer que ela tem um prazo curto de validade. Nossa área emocional é muitas vezes a porta de acesso do diabo em nossa vida. Quanto mais amargurada uma pessoa está, mais feridas ela causa em quem está perto dela. Nossa maior alegria é sabe que, quando permitimos nosso Pai nos tratar, seremos verdadeiramente restaurados e nos tornaremos instrumentos dEle para restauração dos outros. Depende da nossa disposição. Capítulo 3 – A quebra da aliança Normalmente, a ofensa é seguida por uma quebra de aliança, um vínculo afetivo desfeito, um relacionamento acabado. Por causa do vínculo afetivo é que a ofensa se torna tão esmagadora e difícil de lidar. As ofensas mais difíceis de lidar e perdoar são as que são dentro do ambiente familiar. A grande maioria das ofensas foi causada pelo pai. Muitas pessoas que estavam sorrindo dentro da igreja carregavam feridas profundas de sua história. Quanto maior o vínculo afetivos, maiores serão as nossas expectativas , e maior será a decepção, a frustração e a ofensa. Quanto mais nos dedicamos no relacionamento, mais esperamos algo em troca. A única maneira de eliminarmos as expectativas é aprendendo a amar como Deus no ama, incondicionalmente. Jesus amou seus discípulos sem expectativas e sem cobrança. Capítulo 4 – A maneira que reagimos à ofensa determina nosso futuro Uma pessoa amargurada compromete praticamente todas as áreas da sua vida, e consequentemente, prejudica aqueles que estão ao seu redor. Ficamos tão presos com medo de sofrer, de sermos abandonados, traídos ou rejeitados que nos fechamos para toda e qualquer possibilidade de construir novos relacionamentos. Na vida, aprendemos a cuidar das nossas feridas físicas. Porém, quando se tratam de feridas emocionais, fazemos tudo errado. Em vez de lavarmos e aplicarmos o remédio certo, queremos tampá-las, escondê-las e acreditamos que o tempo as curará. O que importa é quem temos na vida, ter pessoas importantes e apreciá-las é um privilégio daqueles que não cultivam a ofensa, daqueles que sabem o valor do perdão. Valorizar o perdão é valorizar a si mesmo e se dar oportunidade de ser feliz. Cp 5 – A ofensa é uma prisão A prisão é usada como método de castigo e não traz benefício algum àqueles que estão presos. A pessoa ofendida impõe a si mesmo um cativeiro. Ela é desconfiada, não consegue receber o amor dos outros e é pessimista. Muitos relacionamentos estão afundando por causa de ofensas não resolvidas. Ainda que o ofensor procure semear algo de bom, o ofendido resistirá e não receberá. Reconhecimento da ofensa -> pedido sincero de perdão -> liberação do perdão pelo ofendido, assim, a fortaleza será destruída e não haverá mais resistência. Cp 6 – Reconhecimento: o primeiro passo para a cura O primeiro deles é reconhecer o quanto estamos feridos, o quanto estamos ofendidos. Negar não é uma opção. Encontramos enfermidades causadas por problemas emocionais não resolvidos. Para que o verdadeiro perdão seja liberado, é necessário que haja reconhecimento. Não podemos perdoar alguém que não nos causou nenhuma ofensa. Faça uma análise sincera dos seus relacionamentos, das suas emoções e descubra se está ofendido com alguém. Se descobrir que está, reconheça sem medo, enfrente sua dor e permita que Deus cure a sua alma. Cap 7 – Lançando fora o orgulho De todos os sentimentos enraizados na estrutura humana caída, o orgulho talvez seja o pior de todos. Ele está presente na maioria das pessoas, pode ser explícito, de forma arrogante e declarada ou disfarçado de modéstia e inferioridade. O orgulho é um sentimento que Deus abomina no ser humano e ele tem sido a causa de muitos problemas de relacionamento. Pessoas cheias de mágoas e amarguras, incapazes de perdoar, por acreditarem que estão certas, que foram injustiçadas e por quererem vingança. Somos exigentes demais com os outros, intolerantes e cheios de razão, mas quando estamos
Cartas do inferno
[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][vc_column_text]O objetivo do diabo é confundir as vítimas. Eles nunca têm nada para nos ensinar. Quando nos tornamos cristãos, não estamos imunes das tentações e provações. Há um grande numero de convertidos que voltam para o mundo. A igreja pode ser uma aliada do diabo quando seu foco está errado, como num culto prestarmos atenção nos sapatos dos outros, na voz desafinada no momento do louvor e principalmente nas decepções dos relacionamentos. Temos aspirações/sonhos, mas a realização é trabalhosa, e quando superamos, nos tornamos mais fortes. “O que diz, mesmo de joelhos, sobre sua vida pecaminosa, é mera conversa de papagaio”. Quando há um pensamento e coração arrogantes, achando-se melhor que os outros. Como, por exemplo, depois de uma briga, pensar que estamos sempre certos. Suspense e ansiedade são aliados do diabo para nos deixar preocupados. A jogada é fazer com quem sejamos inimigos de nossos vizinhos e amigos/benevolentes de pessoas distantes. O diabo encoraja os excessos. Ele evita que as coisas cheguem em nossa mente, desviando o foco de Deus para nós. Somos anfíbios => metade animais, metade espírito. Fazemos parte da existência eterna, mas vivemos presos no tempo, e por isso somos inconstantes, tendo altos e baixos (vales e picos). O diabo quer criar gado para nos servir de alimento, sugando nos. Deus quer servos que se converterão em filhos, premiando nos. Ele tenta nos convencer que movimentos e encontros religiosos são mais importantes que a oração, ordenança e caridade. Quando nosso mundo interior está frio e vazio é que vêm os ataques. “Eu sei que nós temos alcançado muitas almas através dos prazeres, mas não nos esqueçamos que todo prazer é invenção dEle.” O diabo coloca em nossa mente que a sequidão é um estado de espírito permanente. Espiritualidade morna é tão boa quanto nenhuma. O objetivo é fazer que sejamos de acordo com a ambiente ou pessoas, ou seja, manipuláveis e não autênticos cristãos. Mantendo os hábitos de um cristão, somos manipulados a acreditar que nada mudou, apenas nosso estado espiritual com novos amigos e diversões, afastando nos da luz para dentro do Nada. Tensões familiares causadas por más amizades ou pressões diárias. Eles tentam no encaminhar para abandonar das pessoas, comidas e livros que gostamos em favor de “melhores pessoas”, “mais adequadas comidas” e “importantes livros”, gerando vaidade e arrogância. Os hábitos ativos são fortalecidos pela repetição, e os passivos se enfraquecem pela mesma continuidade. Ele quer arrancar a humildade das pessoas. O esforço que eles fazem é manter a mente humana presa ao valor que ela mesma possui. “Nós queremos essa raça de vermes inteira perseguindo perpetuamente um pote de ouro no fim do arco-íris, nunca sendo honesta, nunca sendo generosos, nem felizes agora, mas sempre usando todos os talentos que lhes foram dados no presente como combustível depositado no altar onde cultuam o futuro”. O desejo dele é saber o que Deus planeja.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][image_with_animation animation=”Fade In” hover_animation=”none” alignment=”” border_radius=”none” box_shadow=”none” image_loading=”default” max_width=”100%” max_width_mobile=”default”][/vc_column][/vc_row]
Andragogia
[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][vc_column_text]A Andragogia, definida por Malcolm Knowles, no século XX, é uma ciência antiga que estuda a educação para ADULTOS com a finalidade de buscar uma aprendizagem efetiva para o desenvolvimento de habilidades e conhecimento. O professor vai além de transmitir o conhecimento, mas ele facilita a aprendizagem, que adquire uma característica mais centrada no aluno, na independência e na autogestão da aprendizagem. O conteúdo da instrução deve ser proposto e não imposto e o projeto de aprendizagem voltado para as necessidades do aprendiz. O método deve despertar a necessidade de instruir-se, a fim de deixar clara a sua participação como um cidadão integrado na sua sociedade, partindo de elementos que compõem a realidade do aprendiz. Conhecida desde a década de 1970, a Andragogia defende um ensino baseado na motivação e no autoconhecimento do indivíduo. “Quando você quer, você aprende”, não é? Os adultos trazem uma bagagem de experiências que podem contribuir para sua própria aprendizagem, e assim chamamos essa modalidade de “educação continuada” ou “aprendizagem ao longo da vida”. De acordo com Danilo H. Gomes, o estudo é um dos maiores estimulantes mentais. A leitura, principalmente, nos leva a imaginar, raciocinar e memorizar. Outras formas de estudo também são válidas para aprimoramento da memória, como os vídeos, imagens, podcasts… [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][image_with_animation animation=”Fade In” hover_animation=”none” alignment=”” border_radius=”none” box_shadow=”none” image_loading=”default” max_width=”100%” max_width_mobile=”default”][/vc_column][/vc_row]
Orientação profissional
[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][vc_column_text]Estamos fazendo escolhas a todo momento, mas a decisão profissional é uma das mais importantes da nossa vida. E ela não é tão simples como pensamos… O número de pessoas que troca de curso universitário e de profissão é grande. Muitas pessoas vivem reclamando, trabalhando com má vontade e desmotivadas, para isso existe a reorientação da carreira. Escolher a carreira na faixa etária de 16-20 anos é complexo porque é uma fase de transição em relação ao mundo, marcada com inseguranças e a tentativa de auto afirmar-se com suas atitudes para os colegas e para si de que ele pode e sabe. A escola não estimula o processo de autoconhecimento e reflexão pessoal. Os conteúdos teóricos das disciplinas que caem nas provas são mais valorizados, como a física, matemática, química… Nós precisamos aprender a gostar de estudar! Obrigar alguém a estudar desmotivado é inútil. As profissões dos pais influenciam de forma decisiva na maneira como o jovem enxerga o mercado de trabalho. Especialização? Mestrado? Continuação dos estudos? Procuro um emprego ou trabalho por conta própria? Por não acreditar em um única escolha, nem na escolha certa para o resto da vida, entenda que você precisa analisar várias circunstâncias para fazer a melhor escolha de acordo com seu momento de vida e suas condições. Quanto menos ansiosa for a escolha, mais livre ela será. Segundo Soares, há 6 fatores que influenciam nessa decisão: Políticos, econômico (falta de oportunidades, queda do poder aquisitivo), sociais, educacionais, familiares (busca da realização das expectativas familiares x interesses pessoais) e psicológicos, quais são minhas motivações, habilidades e competências. A melhor escola é a escola da vida. Não existe uma integração entre o ensino médio e a universidade. A orientadora educacional tem o papel de ajudar o jovem a encontrar sua escolha profissional, analisando os fatores pessoais que dificultam, como questões econômicas e sociais. A orientação profissional vai além de testes, você precisa ter uma escolha consciente. Ao buscar orientação profissional, a pessoa está querendo encontrar mais do que uma profissão, está buscando algo que lhe faça feliz. A felicidade almejada por todos nós, confunde-se com o acerto da escolha. Felicidade não é só isso: muitas pessoas realizadas no seu trabalho falam de suas tristezas e infelicidades em outras áreas de suas vidas. Caso esteja com dificuldade nessa área, eu te aconselho a procurar um orientador profissional para te ajudar na sua jornada de autoconhecimento e do seu contexto de vida. Cada vez temos um números maior de possibilidades de escolhas, excessos de informações, inúmeros cursos. As carreiras estão menos previsíveis, e novas são constantemente criadas. Somente o diploma não é garantia de emprego, é preciso ter empregabilidade. Atualmente é mais importante o QE (coeficiente emocional) do que o QI (coeficiente intelectual). O mundo do trabalho, mediatizado de mudanças tecnológicas, da automoção, da globalização, do avanço das comunicações e transportes, tem exigido que os trabalhadores das mais diferentes profissões se modernizem também. Em geral, o número de encontros com o grupo de orientação ou reorientação profissional é de 8 a 10 encontros, com duração de 2h – 2h30 por semana, o número de participantes pode ser entre 8-15 pessoas, um coordenador e um observador participante. Não adianta aplicar todos os testes e conhecer todas as aptidões, interesses e traços de personalidade de uma pessoa se esses dados não forem agregados à sua história de vida, sua motivação pessoal, seus anseios e desejos, seus valores pessoais e culturais, além dos seus projetos de furuto. Exercício prático 1: Vamos discutir os seus interesses? Faça uma lista com todas as atividades que você gosta ou não de fazer. Converse com alguém sobre sua lista para poder reconhecer suas habilidades, interesses, disciplinas preferidas e relacionando com possíveis profissões afins. Exercício prático 2: Autobiografia, redija sua biografia a partir da pergunta “por que estou aqui, agora”, destacando os aspectos significativos no seu desenvolvimento vocacional desde a infância. Em dupla, mostre para alguém sua redação e leia o da pessoa para fazer comentários em relação às semelhanças que vocês podem ter, ressaltando pontos comuns e diferentes. Exercício 3: Faça uma redação com o tema “Quem sou eu? Eu sou… e preencha com uma profissão que você se vê desempenhando. Exercício 4: Técnica de entrevista com profissional, solicitar entrevistas com profissionais das carreiras de sua preferência. Observem bem o ambiente, você se vê trabalhando neste lugar? Resumo do livro “A escolha profissional do jovem ao adulto” de Dulce Helena Penna Soares[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][vc_column_text]Recomendo que assista esse vídeo para ver a complexidade do tema em alguns ambientes: https://www.youtube.com/watch?v=nvsbb6XHu_I[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][vc_column_text]Gravamos uma série de vídeos sobre a escolha profissional, confere aí: https://youtube.com/playlist?list=PLK32ge1m5rDCetEb52MpRjp2OdHLxHR-m[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
Panamá 2014
Viagem ocorreu em 2014.
Foz do Iguaçu
Minha experiência em Foz do Iguaçu, Paraná
Viagens
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