Resumo do livro Celebração da disciplina
Celebração da disciplina de Richard Foster A superficialidade é maldição de nosso tempo. A doutrina da satisfação instantânea é, antes de tudo, um problema espiritual. A necessidade urgente hoje não é de um maior número de pessoas inteligentes, ou dotadas, mas de pessoas profundas. As Disciplinas Espirituais são uma realidade interior e espiritual, e a atitude interior do coração é muito mais decisiva do que a mecânica para se chegar à realidade da vida espiritual. Quando perdemos a esperança de obter a transformação interior mediante as forças humanas da vontade e da determinação, abrimo-nos para uma maravilhosa e nova realização: a justiça interior é um dom de Deus que deve ser graciosamente recebido. A imperiosa necessidade de mudança dentro de nós é obra de Deus e não nossa. É preciso que haja um trabalho real interno, e só Deus pode operar a partir do interior. Não podemos alcançar ou merecer esta justiça do reino de Deus; ela é uma graça concedida ao homem. Deus nos deu as Disciplinas da vida espiritual como meios de receber sua graça. Quando as Disciplinas se degeneram em lei, elas são usadas para manipular e controlar pessoas. Tomamos ordens explícitas e as usamos para aprisionar outros. O resultado de tal deterioração das Disciplinas Espirituais é orgulho e medo. O orgulho domina porque chegamos a crer que somos o tipo certo de pessoas. O medo domina porque o poder de controlar os outros traz consigo a ansiedade de perder o controle, e a ansiedade de ser controlado por outros. Quando criamos uma lei, temos uma “exterioridade” pela qual podemos julgar quem está a altura e que não está. Quando verdadeiramente cremos que a transformação interior é obra de Deus e não nossa, podemos dar descanso a nossa paixão por endireitar a vida dos outros. Todos pensam em mudar a humanidade e ninguém pensa em mudar a si mesmo. Disciplina na meditacão Há, também, os que acham que a ideia cristã da meditação é sinônima do conceito de meditação centrada na religião Oriental. Em realidade, trata-se de mundos separados. A meditação Oriental é uma tentativa para esvaziar a mente; a meditação cristã é uma tentativa para esvaziar a mente a fim de enchê-la. As duas ideias são radicalmente diferentes. O afastamento da confusão toda que nos cerca é para que tenhamos uma união mais rica com Deus e com os seres humanos. “Esperar em Deus não é ociosidade”, disse Bernardo de Clairvaux, mas trabalho maior que qualquer outro trabalho para quem não estiver habilitado. Os seres humanos parece ter uma tendência perpétua de que alguém fale com Deus por eles. Contentamo-nos em receber a mensagem de segunda mão. No Sinai, o povo clamou a Moisés: “Fala-nos tu, e te ouviremos; porém não fale Deus conosco, para que não morramos” (Êxodo 20.19). Tal método poupa-nos a necessidade de mudar, pois estar na presença de Deus é mudar. Esta forma é muito conveniente porque ela nos dá a vantagem da respeitabilidade religiosa sem exigir transformação moral. Se estivermos constantemente entusiasmados com atividade frenética, não poderemos estar atentos nos instantes de silêncio interior. Uma mente perseguida e fragmentada por assuntos externos dificilmente está preparada para a meditação. Exercício de como fazer pg 24 a 29 – 5 tiposA meditação não é um ato simples, nem pode ser completada da forma como se completa a construção de uma cadeira. É um modo de vida. Você estará constantemente aprendendo e crescendo à medida que penetra as profundezas interiores. Disciplina da oração A oração verdadeira cria e transforma a vida. “A oração secreta, fervorosa, de fé – jaz à raiz de toda piedade pessoal”, escreve William Carey. Orar é mudar. A oração é a avenida central que Deus usa para transformar-nos. Se não estivermos dispostos a mudar, abandonaremos a oração como característica perceptível de nossas vidas. Os corredores ocasionais não entram subitamente numa maratona olímpica. Eles se preparam e treinam durante muito tempo, e o mesmo deveríamos nós fazer. Se observarmos tal progressão, podemos esperar orar com maior autoridade e êxito espiritual daqui a um ano. Às vezes temos medo de não ter fé suficiente para orar por este filho ou por aquele casamento. Nossos temores deveriam ser sepultados, pois a Bíblia nos diz que os grandes milagres são possíveis pela fé do tamanho de um pequenino grão de mostarda. De modo geral, a coragem para orar a favor de uma pessoa é sinal de fé suficiente. Com frequência o que nos falta não é fé, mas compaixão. Jesus, porém nos ensinou a dirigir-nos como crianças a um pai. Franqueza, honestidade e confiança marcam a comunicação do filho com o pai. Há certa intimidade entre pai e filho com espaço tanto para a seriedade como para a gargalhada. Meister Eckhart observou que “A alma produzirá a pessoa se Deus rir para ela e ela, em retribuição, rir para ele”. Seu pastor e os cultos de adoração precisam ser banhados em oração. Paulo orava por seu povo; ele pedia ao povo que orasse por ele. C. H. Spurgeon atribuía seu êxito às orações de sua igreja. Frank Laubach dizia a seus auditórios: “Sou muito sensível e sei quando estais orando por mim. Se um de vós me desampara, eu o percebo. Quando orais por mim, sinto um estranho poder. Quando cada pessoa em uma congregação ora intensamente enquanto o pastor prega, acontece um milagre.” Sature os cultos de adoração com suas orações. Visualize o Senhor no alto e sublime, enchendo o santuário com a sua presença. Nossos músculos de oração precisam ser flexionados um pouco, e uma vez iniciada a corrente sanguínea da intercessão, descobriremos que estamos dispostos a orar. Não se trata de orar e depois trabalhar, mas oração simultânea com o trabalho. Precedemos, envolvemos e acompanhamos todo o nosso trabalho com oração. Oração e ação tornam-se inseparáveis. Disciplina do jejum Muitos dos grandes cristãos através da história da igreja jejuaram e deram seu testemunho sobre o valor do jejum; entre eles estavam Martinho Lutero, João Calvino, John
Livro Resumo “As cinco linguagens do amor” de Gary Chapman
Resumo livro “As cinco linguagens do amor” de Gary Chapman O que acontece com o amor depois do casamento? Devemos estar dispostos a aprender a primeira linguagem do amor de nosso cônjuge se quisermos comunicar o amor de forma eficiente. As pessoas falam diferentes linguagens do amor. Se falarmos somente nosso idioma e encontrarmos alguém que também só fale o dele, nossa comunicação será bem limitada. Expressamos nosso amor, mas a mensagem não é compreensível porque falamos em uma língua desconhecida.Amor -> Palavra importante, porém conflituosa, ocupando o papel central em nossa vida. Sentir-se amado é a principal necessidade do ser humano. O casamento foi idealizado para suprir essas necessidades. Com afeição, uma criança será um adulto responsável. Sem esse amor essencial, ele ou ela ficará emocional e socialmente atrofiado. Metáfora do Taque do Amor nas crianças, está vazio ou cheio? Os problemas de comportamento apresentados eram uma forma de procurar o amor que não recebiam. De que adianta ter mansão, carros, casa na praia e tudo o mais, se sua esposa não a ama? Essas coisas não substituem o amor humano. Temos a necessidade de ser amado pelo nosso cônjuge. Qualquer que seja a qualidade do seu casamento, ele pode sempre melhorar. Nossos sonhos, antes de nos casarmos, são de êxtase conjugal… É difícil pensar em qualquer outra coisa quando estamos apaixonados. Quando nos apaixonamos, achamos que durará para sempre. Porém, essa obsessão romântica dura em média 2 anos. Se a paixão foi um fruto proibido, talvez dure um pouco mais. Todos nos acabamos descendo das nuvens e pisando em terra firme, descobrindo alguns traços realmente irritantes. No casamento, as pequenas coisas do cotidiano tornam-se brigas, mas o falso conceito é que a paixão dura para sempre. A euforia do estado de paixão concede-nos a ilusão de que estamos em um relacionamento bem íntimo. Sentimos como se nos pertencêssemos um ao outro. Passamos a pensar que somos capazes de enfrentar qualquer problema que surja. Acreditamos que a pessoa está comprometida em suprir nossas necessidades e nos ama tanto que não nos magoará, porém isso é uma utopia. Cometemos um erro de avaliação da natureza humana. Geralmente somos egoístas; nosso mundo resume-se em nós mesmos. A euforia da paixão é que estabelece essa ilusão. Dr Peck concluiu que a paixão não é o amor verdadeiro porque:– apaixonar-se não é um ato de vontade nem uma escolha consciente.– não implica nenhuma participação da nossa parte, pois exige pouca disciplina e esforço, como horas no telefone.– a pessoa apaixonada não está de fato interessada em incentivar o crescimento pessoa daquela pessoa por quem nutre sua paixão. Porque estamos no ápice da felicidade e nosso único desejo é continuar lá, acreditando que está perfeito e não precisamos crescer. Então, paixão é um componente instintivo e geneticamente determinado do comportamento de acasalamento, ou uma reação estereotipada do ser humano a uma configuração de tendências sexuais internas e estimulações sexuais externas. De acordo com dados, as perspectivas de um segundo ou terceiro casamento não são atingidas, resultado no divórcio. Nossa necessidade é de sermos amados, não de nos apaixonarmos. A questão é reconhecer o que é paixão e desenvolver o amor verdadeiro com nosso cônjuge. Amor é uma atitude. Primeira linguagem do amor: Palavras de afirmação– Elogios e palavras de admiração são poderosos comunicadores do amor.– Todas as vezes que ele (a) dizer algo de bom, elogie-o. O objetivo não é bajular o cônjuge para conseguir o que deseja, mas fazer pelo bem-estar daquele a quem se ama. No entanto, sabe-se que quando recebemos elogios, ficamos mais dispostos a retribuir a gentileza. Em todas as fases da vida nos sentimos inseguros, assim, nestas áreas de instabilidade esperamos palavras de encorajamento do cônjuge. O encorajamento exige empatia que nos leva a enxergar o mundo sob a perspectiva do nosso cônjuge. Devemos em primeiro lugar, procurar saber o que é importante para ele. A maioria das pessoas possui mais potencial do que imaginamos. Algumas vezes nossas palavras querem dizer uma coisa, mas o tom de voz afirma outra completamente diferente. Geralmente interpretamos o tom de voz, não as palavras que usamos. A maneira como falamos é extremamente importante. O amor jamais registra uma lista de erros. Se eu escolher a justiça e tentar compensá-la, ou então fazê-la pagar pelo equivoco, farei um de mim um juízo e ela uma ré, e será impossível restaurara intimidade. O perdão é o caminho do amor. Misturar o dia de hoje como o de ontem, insistir em trazer para o presente os fracassos do passado estragam um dia potencialmente maravilhoso. Perdão não é sentimento, mas compromisso. O amor faz solicitações, não imposições. Quando dou ordens ao meu cônjuge, torno-me pai ou mãe dele.Há muitas formas de dizer palavras de afirmação, umas delas é escrevê-las, bom que elas podem ser lidas várias vezes. A segunda linguagem do amor: Qualidade no tempoDuas pessoas sentadas na sala estão próximas, mas não necessariamente juntas.Então quer dizer fazer coisas juntos, e conceder total atenção a quem está conosco.Ao compartilhar os problemas não queremos as soluções, mas a solidariedade, ou simplesmente alguém para escutar. A maioria de nós não sabe ouvir, somos mais eficientes em pensar e falar. Porém o tanque nunca estará completo se o outro também não compartilhar seus pensamentos e sentimentos.Tipos de personalidade:– Mar morto = não vai a lugar nenhum, recebe e não retribui nada. Armazena as informações e se sente absolutamente feliz em não falar nada.– Riacho rápido = Leva 60 segundos para falar o que veem, e falam rapidamente.É comum o mar morto e o riacho rápido se casarem porque as características opostas tornam-se muito atraentes. Para o namoro é perfeito, porém no casamento o sentimento do mar morto é que ele não tem atenção e do riacho rápido que ele não conhece o cônjuge. Somos influenciados, mas não dominados pela nossa personalidade. Terceira linguagem do amor: Receber presentesPresentear é uma expressão fundamental de amor que transcende barreira cultural.Não importa se foi caro ou barato, mas prova que a pessoa